Friday, 6 May 2011

Singin' in the Rain in the XXIst century

Ora aqui está uma coisa que nunca pensei ver, o Gene Kelly a dançar break dance e pop n' lock.

My voyage to Scorcese




Posso não ser a maior fã de Martin Scorcese mas agora que descobri os seus documentários fiquei a conhecer outro lado deste realizador que não desconhecia por completo mas que ainda não tinha dado a devida atenção. A forma como ele fala apaixonadamente dos filmes que viu na sua juventude e dos realizadores que admira cria todo um novo respeito que tenho por ele. E após tanto tempo com o Taxi Driver na minha lista de filmes a ver, agora parece a altura perfeita para o ver juntamente com todos estes documentários.


Ela e Ele em loop.

Por aqui dança-se. E tu Tom Ford, por onde anda o teu novo filme?
His next choice will be a remake of the 1979 “camp classic” Roller Boogie. “I want to make a movie with a lighter hand than A Single Man,” Ford said. “It hurts me to know that some people found my first film to be too artistic, and perhaps a little contrived. For that reason, I feel the need to create something grittier and less maudlin, yet enlightening.”
The original Roller Boogie is set in in Venice, LA at the height of the quad roller derby fad of the 1970s. The stars, Bray and Blair fall in love boogie skating to disco music, while trying to save their beloved rink from developers with an anti-establishment theme. [daqui]
Aparentemente vamos para a pista de patins ao som de disco. Tenho receio, mas pelas mãos de Tom Ford só pode ser coisa boa.

Gabriele & George

 Una Giornata Particolare (1977), Ettore Scola
 A Single Man (2009), Tom Ford

 Una Giornata Particolare (1977), Ettore Scola
A Single Man (2009), Tom Ford

Sunday, 1 May 2011

Isto é mesmo para deixar uma pessoa de água na boca e a sonhar com uma viagem à França da Belle Époque. E logo agora que está a dar o Moulin Rouge e eu me esqueci de pôr a gravar. Merde.

When Lynch met Lucas

Este senhor, Sascha Ciezata, é simplesmente genial. Pega em entrevistas que já foram feitas (neste caso a David Lynch, mas também há uma a Werner Herzog sobre como este salvou Joaquin Phoenix), excertos de falas de filmes (The Other Side of the Wind de Orson Welles) ou até nas conversas mais improváveis (um telefonema de Hunter S. Thompson mais do que irritado com um técnico que estragou o seu sistema de home entertainment) e transforma-as em animações muito simples, filmadas com o seu iPhone, mas verdadeiramente unicas.
Tudo começou com uma animação sobre a conversa de David Lynch a contar como George Lucas o tinha convidado para realizar o filme da saga Star Wars, The Return of the Jedi. Para mim é mesmo a melhor de todas, é fantástica. O que aconteceu foi que por questões de direitos de autor o vídeo foi removido de praticamente quase todos os sites, o que originou outro vídeo fantástico:

O que vos digo é: vejam When Lynch met Lucas (é genial) o mais rápido possível, pois nunca se sabe quando pode desaparecer daquele site também!
P.S: E sim, o sr. Lynch tem andado na minha mente (e no meu computador) mais do que o normal. Acho que me conquistou com o queijo.

Saturday, 30 April 2011

11 razões (entre outras) para fugir para Cannes daqui a uns dias

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Michel Gondry como chefe do júri de curtas-metragens
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Tributo a Belmondo
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Versão colorida de Le Voyage dans la Lune
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Palme d'Or honorária para Bertolucci com a exibição de Il Conformista
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Christophe Honoré com o seu novo filmes Les Bien-aimés
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A Clockwork Orange restaurado
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Woody Allen e Midnight in Paris

E é por estas e por outras que se diz "festejar à grande e à francesa".

Também eu gosto de queijo.

Queijo, cuecas e product placement. Este senhor fascina-me e não é só por causa daquele cabelo imponente!


Monday, 25 April 2011

Robert Mitchum
est mort
WOW. É tudo o que tenho a dizer.

That's some good television!

Duas homenagens cinematográficas na série Psych:
Hitchcock
David Lynch, Twin Peaks

Tuesday, 19 April 2011

Il Sorpasso ou a doce-amarga commedia all'italiana

Quem é aquele jovem advogado italiano em Il Sorpasso?!
Salut, Trintignant!

Uma vez que estamos numa de Tati


Já disse e volto a dizer: há poucas exposição como as da Cinemathéque Française