Será que estou mesmo ponderar juntar £250 para as comprar?
(Um momento menos cinéfilo e de pura vaidade. That's fashion!)
Será que estou mesmo ponderar juntar £250 para as comprar?
(Um momento menos cinéfilo e de pura vaidade. That's fashion!)
Na semana passada visitei a adorada Cinemateca portuguesa, e depois de ver Liliom (um filme muito bonito e intrigante na sua teoria pós-vida- o melhor momento de filme aqui em vídeo), seguiu-se a sessão do filme de Orson Welles F for Fake. Só de pensar que este filme nem estreou por cá e no descrédito que era dado a este realizador até me arrepio. Verdade seja dita que por vezes era dificil acompanhar o filme, não por culpa do filme em si, mas porque, o hábito já é tão forte, ia acompanhando as legendas em espanhol, o que levou a uma grande confusão na minha cabeça. No entanto, fiquei completamente deliciada com esta obra-prima de Orson Welles, e que é incrivel como ele consegue prender o espectador à cadeira. O ritmo alucinante do filme torna os espectadores completamente ansiosos pelo próximo passo. Assim, Orson Welles transformou o que podia ser outro filme com uma história verídica (nem digo biopic) numa verdadeira caça ao tesouro, graças ao seu humor tão característico.
Num leilão as mãos de Edward foram vendidas por $16,000, e, tal como Edward, elas ultrapassaram as expectativas iniciais de $5,000. Eu ficava feliz com o Edward.
Aqui está Johnny Depp como the Mad Hatter. O Tim Burton gosta mesmo de dar um ar amalucado ao Johnny Depp. Eu cá acho que ele apenas faz com que o alter-ego de Depp venha ao de cima. E eu gosto.
Acho engrançado como muitas pessoas, incluindo eu, se referem muitas vezes a filmes com o Johnny Depp e realizados por Tim Burton a um "novo filme de Depp e Burton". Até parece que são uma dupla de realizadores. Tim imagina e Johnny concretiza.
Bem, mas uma das novas imagens do futuro filme de Tim Burton, Alice in Wonderland, que me fez delirar, é esta:
Não sei se é da "redondez" que enche os olhos ou estas duas personagens parecem dois oompa loompas gordinhos, mas esta imagem fez-me rir. Go Tim!



Muitos devem estar a pensar que sou uma superticiosa e maluca, e o mais provável é isto ser um acaso que aconteceu. Mas a minha imaginação fértil jamais ficaria satisfeita com tal explicação. Cá a mim deu-me arrepios. Dos bons.
"After this film was previewed, word got back to Woody Allen that if he just changed his ending, he could have a big hit. Allen declined, saying that the ending is one of the reasons he made the film."
Ou Ce petit coup au coeur quand la lumière s'éteint et que le film commence
Tal como Larry King disse, este foi um dos filmes mais estranhos que já vi. No entanto, ele é bonito na sua "estranheza". Com um argumento com uma grande eloquência que não fica mesmo indiferente a ninguém (pela positiva ou pela negativa) apenas posso dizer que cada vez estou mais impressionada com os irmãos Coen. Próximo filme a ver: O Brother, Where Art Thou?
A Vanity Fair continua a encantar com as suas fotografias fantásticas. Agora só me apetece comprar este livro e uma Vanity Fair. Alguém quer fazer a amabilidade de mos dar? :)
Isto é um verdadeiro ataque de boa disposição. Baguette! Supermarché!
Bonne nuite!
(vamos ver se me mantenho acordada para ver Office)