Friday, 1 July 2011

Et tout a commencé à Lisbonne



La Peau Douce (1964), Truffaut
Uma obra-prima arrebatadora, é o que posso dizer em muitas poucas palavras sobre este filme. Acho que desta vez vou deixar os fotogramas e a música de Georges Delerue falarem por si próprios, porque este filme vai muito além das minhas modestas palavras.

Wednesday, 29 June 2011

Those buildings are so old. Look how they lean against each other crumbling. It's like they're holding each other up, their stability, but if you just touch one they all fall apart and break.
- The Lovebirds, Bruno de Almeida

de ver e chorar por mais

Friday, 24 June 2011

Gregory Peck reads Rebecca Black's "Friday"

Não sei porquê mas esta gente gosta muito de brincar com a voz do Gregory Peck.
Mas admito que isto tem a sua piada.

O que tu queres sei eu

Com tanto murmurinho que anda à volta do Django Unchained agora o que eu queria mesmo era um bocadinho de gangster sangrento à la Tarantino.
Enquanto isso vou olhando para o Christoph Waltz que também fico muito bem assim.
(ainda por cima nesta fotografia que tem um certo je ne sais quoi à Tom Waits)

Thursday, 23 June 2011

Psycho

Após tantas visualizações da cena da banheira, é incrível como continua a ter o mesmo impacto como se fosse a primeira vez. Num preto e branco assustador, Psycho foi capaz de me pôr agarrada à almofada nervosamente à espera do próximo passo de Norman Bates. Tal como em Suspicion, a realização do mestre mexe com o medo do espectador como nunca. Tantas cenas podiam ser mencionadas (ou simplesmente aquela casa assombrosa) mas eu escolhi esta, a cena quando o inspector Arbogast vai à tal casa. O enquadramento plongé, a música de Bernard Herrman (para mim a melhor alguma vez feita para Hitchcock) e a demência de Norman Bates, tornam esta cena, para mim, na mais assustadora do filme (e isso é dizer muito!).
Os pequenos pormenores, a realização engenhosa e uma visita à psique humana única são os aspectos que já seriam de esperar e evidentes em todos os filmes hitchcockianos. Porém, sempre achei que os filmes de Hitchcock acabavam de forma muito abrupta (com excepções, como Suspicion que, consta, não acabou assim por vontade de Hitchcock), mas aqui parece que o fim deixou de ser uma simples forma de conclusão para se tornar em algo mais, num momento essencial ao filme, sem o qual este não teria sido o mesmo, acabando mesmo por adicionar algo de novo e perturbante. Mantendo o tom do filme, aquele fim, tanto graças a Hitcock como a Anthony Perkins, arrepiou-me, e com certeza não fui a única.

Monday, 20 June 2011

From Bourdain to Fellini

Já não chegava ser o chef mais cool de sempre, com um programa genial que vai muito além da gastronomia, agora Anthony Bourdain fez um episódio em Roma, na Roma de Fellini, onde ele é o Mastroianni em Otto e Mezzo (8 1/2). Isto é de deixar uma pessoa a salivar, entenda-se, não só por causa da comida.

Saturday, 18 June 2011

Tuesday, 14 June 2011

Sunday, 12 June 2011

Ça c'est moi aujourd'hui.

Photobucket
A única palavra possível para descrever este filme é fantástico.
(Wes Anderson, you're the man♥)