Thursday, 19 November 2009

Sunday, 15 November 2009

THE RAIN IN SPAIN STAYS MAINLY ON THE PLAIIIN!
oooh, quero rever o My Fair Lady (apesar daquele crime que fizeram em dobrar a voz da Audrey Hepburn nas canções)
Nem vou pensar no remake que vão fazer com o Daniel Craig no papel de Henry Higgins.

Saturday, 14 November 2009

Let's go back to the 40's



The Piladelphia Story (1940), George Cukor
It is just too perfect.
Antes que batam a bota, vejam esta beleza s'il vous plait.

Este Natal as previsões meterológicas são de uma chuva de filmes com o Cary Grant e a Katherine Hepburn.

Tuesday, 3 November 2009

Cinema is everywhere! And a little bit more of fashion, madames.






Anuncio de Dolce & Gabbana: Rose The One com a madame Scarlett Johansson.

É moda e tem cinema! Tudo tem cinema!

Monday, 2 November 2009

The mean reds and the most marvelous thing

Holly Golightly: You know those days when you get the mean reds?
Paul Varjak: The mean reds, you mean like the blues?
Holly Golightly: No. The blues are because you're getting fat and maybe it's been raining too long, you're just sad that's all. The mean reds are horrible. Suddenly you're afraid and you don't know what you're afraid of. Do you ever get that feeling?
Paul Varjak: Sure.
Holly Golightly: Well, when I get it the only thing that does any good is to jump in a cab and go to Tiffany's. Calms me down right away. The quietness and the proud look of it; nothing very bad could happen to you there. If I could find a real-life place that'd make me feel like Tiffany's, then - then I'd buy some furniture and give the cat a name!


Breakfast at Tiffany's (1961), Blake Edwards

Sunday, 1 November 2009

Radio Days (1987), Woody Allen


[Last lines]
Narrator: I never forgot that New Year's Eve when Aunt Bea awakened me to watch 1944 come in. I've never forgotten any of those people or any of the voices we would hear on the radio. Though the truth is, with the passing of each New Year's Eve, those voices do seem to grow dimmer and dimmer.


Com um filme tão perfeito foi díficil escolher só dois vídeos. Como gostei tanto, mas tanto. Passou já para o meu top 10 Woody Allen. Aconselho a toda a gente fortemente.
Como tinha saudades tuas, Woody.
Uma vez que eu não quero dizer muito porque o filme por si mesmo já "fala", quem quiser pode ver aqui um artigo muito interessante sobre o filme: Shooting Down Pictures.
P.S.: No meio de tanta musica boa, foi um momento de muito orgulho ouvir a portuguesinha (sim, ela não era brasileira, nasceu em Portugal) Carmen Miranda.

Saturday, 31 October 2009

Friday, 30 October 2009

That's a hole new world!


The Rocky Horror Picture Show (1975), no dia 29 de Outubro na Cinemateca

Escrevo isto aqui sim porque este dia vai mesmo ficar para a posterioridade. Já todos ouvimos falar deste filme, nem que tenha sido em referências em filmes ou séries. Isso acontece porque este é um verdadeiro filme de culto. Quem lê a história assim de relance pode ficar por uns segundos ligeiramente reticente: um casal de recem-casados numa visita a um antigo professor ficam parados na estrada devido a um pnéu furado e portanto vão a uma mansão ali perto para pedir ajuda. No entanto essa mansão não é nada mais nada menos que a mansão do Dr. Frank-N-Furter, um transsexual do planeta da Transilvânia. Sim, é mesmo isso. Mas a verdade é que depois de ver o filme acho que todos dizem: OH MEU DEUS! QUERO VER OUTRA VEZ! E é por isto que é um filme de culto: pelas músicas hilariantes e que ficam no ouvido (sim, também é um musical!!), pelas interpretações mais do que fantásticas, especialmente por parte de Tim Curry, pela história tão pouco usual e por sabe deus mais o quê! Foi uma experiência tão diferente e tão boa para mim que é difícil de enumerar tudo.

Mas a verdade é que esta noite não foi só memorável pelo filme mas também pelo público igualmente tão pouco usual. Só para começar os bilhetes esgotaram e começo a explicar que há um grande grupo de fãs deste filme em todo o mundo que sempre que vêem o filme numa sala de cinema.. interagem. Não se limitaram a cantar as músicas, como também faziam efeitos sonoros e usaram coisas como arroz para simular o casamentos e também criavam falas e gritavam out loud a falar com as personagens (o que admito que em certas alturas só apetecia mandar um grandesíssimo shiiiiiu!). No entanto, eu, Ritha, uma pessoa que não pode ver um filme se alguém que respira muito alto a perturba suportou isto muito bem. E mais, não só suportou como até gostou. No meio daquele loucura do filme todo aquele ambiente era como estar mesmo a viver aquelas situações e fez-me sentir verdadeiramente feliz.
É tão bonito de ver quando um filme entusiasma tanto as pessoas! (Mas façam favor de se calarem bem caladinhos nos outros filmes que aqui a gente quando vê um filme é como estar numa viagem espiritual).

E CLARO que não podia deixar este post sem pelo menos um exemplo da loucura que falo. Senhoras e senhoras, "Sweet Transvestite" apenas para vós:


Thursday, 29 October 2009

Oh, how I love these films

I belong in the 50's and the 60's!
(É verdade que às vezes sinto que nasci na época errada).

L'amour française


Numa das minhas pesquisas pelo youtube deperei-me com um video de um filme com Catherine Deneuve que desconhecia, Manon 70.

A verdade é que me chamou a atenção logo desde o início pela muisiquinha e Jean-Claude Brialy a fazer uma barbinha à Pai Natal com o creme de barbear. Com o avançar do vídeo, o diálogo entre a personagem de Deneuve, Manon, e a de Brialy, Jean-Paul, despertou uma certa curiosidade. Já li umas quantas coisas sobre o filme e agora até estou curiosa para o ver.

Uma nova descoberta para mim e (espero) uma nova descoberta para vós.

Como um user comentou, "C'est obscur" mas a verdade é que não deixa de ser intrigante.

E aqui está o vídeo.

Monday, 26 October 2009

As time goes by.

A verdade é que não sou propriamente fã do Manoel Oliveira, mas no outro dia, após ter feito as contas de quantos anos teria o Cary Grant se estivesse vivo (que seriam 104 anos) apercebi-me de uma coisa: mas por quantos acontecimentos já passou Manoel Oliveira. Até tive de parar um segundo para assimilar isto. O senhor viu tanto acontecer (e eu ainda tão pouco vi), viu o novo cinema a emergir e o antigo a ficar nas memórias dos apaixonados cinéfilos. Não só viu isso, como sentiu a emoção da estreia de filmes que nós hoje (e com sorte) podemos ver em DVD. Mon dieu! Gostava de fazer uma "rubrica" aqui neste blog chamada "pelo que o Manoel Oliveira já passou" e espero conseguir arranjar tempo porque é mesmo digno de investigação.
Posso ter medo de envelhecer, mas quando vejo por estas coisas pelas quais pudemos passar não penso nem nas rugas nem na celulite.


Mas de certa maneira, é tão bom ter na memória a saudade daquele tempo que não vivemos mas que encaixe de maneira tão perfeita na nossa cabeça.

Sunday, 25 October 2009

CHARADE!



Charade (1963)

Mas que perfeição de filme. Verdadeiramente perfeito. Tinha mistério. Tinha reviravoltas. Tinha old fashioned romance. Tinha Audrey Hepburn. Tinha Cary Grant. Tudo foi perfeito, desde aos créditos iniciais até aos personagens. Dos actores aos realizadores. Das personagens aos cenários. Do vestuário a Cary Grant. De Cary Grant a Audrey Hepburn. Foi tão refrescante ver Cary Grant mais "mau" e Audrey Hepburn mais mordaz. Os diálogos tão simples e tão perfeitos. E como não sei bem o que dizer enchi este post de imagens para encherem o espaço em branco que deixo na escrita. Há quanto tempo não via um filme que me espantasse tanto. 5 estrelas!

Podem-se fazer filmes bons, filmes muito bons. Mas como estes já não se fazem!

Friday, 23 October 2009

We are all sick people!

Depois de ter lido este post no indispensável blog O Homem Que Sabia Demasiado achei bastante interessante esta parte: "François Truffaut, o realizador que um dia perguntou se o cinema não era mais importante do que a vida...". Ler esta frase desconhecida de Truffaut foi sentir aquela inexplicável sensação de sentir que alguém tem tanto amor e paixão como tu por algo. É uma situação de identificação, de paraíso e de sonho de um dia alguém se poder identificar assim comigo, como cinematógrafa.
Avançando, face a esta frase tão intrigante decidi investigar mais frases fabulosas do senhor François Truffaut e foi a isto que cheguei:

I have always prefered the reflect of the life to life itself.

Some day I'll make a film that critics will like. When I have money to waste.

Taste is a result of a thousand distastes.

Film lovers are sick people.

I make films that I would like to have seen when I was a young man.

Cinema is an improvement on life.


E a minha eleita (além da já

mencionada Is the cinema more important than life?):

When I first saw Citizen Kane, I was certain that never in my life had I loved a person the way I loved that film.

Pode não ser especificamente em relação ao Citizen Kane (que pessoalmente amei), mas a verdade é que eu posso afirmar isto com toda a certeza. Ou antes, I am certain that never in my life I will love a person the way I love films.

E é por estas e por outras que a minha ansiedade para ver filmes de Truffaut vai subindo e subindo. E jamais alguma escola me impedirá de ver filmes! Aqui vou euuu!

Cuppy cuppy cake

Ver este cupcake car da Neiman Marcus
&

Ouvir esta música da banda sonora da Marie Antoinette
=
Ataque de consumismo e ataque aos bolos

I WANT CINEMA!
(oh and cakes and clothes fo sure)