Thursday, 28 November 2013
Monday, 18 November 2013
Sunday, 17 November 2013
bom dia
"Ozu had a kind of loneliness about him. This loneliness showed in his films. No matter how cheerful he acted –– and I don’t mean he was putting it on, because he had a truly bright side, too. He enjoyed himself. He liked to do fun things. But at the same time, there was always this loneliness. That’s why I believed in him. Artists without an air of loneliness are boring."
- Hidemi Kon
Saturday, 9 November 2013
Friday, 27 September 2013
danças e andanças deste mês
Two Maybe More, Marco Martins
Cantatas, Raimund Hoghe
ou a beleza inegável de cada movimento do corpo e dos espasmos da alma
Thursday, 26 September 2013
E uma excelente razão para ir a Paris ver a exposição da Cinémathèque Française sobre este grande senhor - Jean Cocteau et le cinématographe - Une chronologie.
Sunday, 8 September 2013
Thursday, 22 August 2013
Monday, 19 August 2013
adieu au langage
TARKOVSKY, Nostalghia
O discurso amoroso é hoje de uma extrema solidão. Este discurso é talvez falado por milhares de pessoas (quem sabe?), mas não é defendido por ninguém. Está completamente banido das linguagens circundantes: ignorado, desacreditado ou ridicularizado por elas, cortado não somente do poder, mas também dos seus mecanismos.
(...)
Quer seja na passagem de um amor a outro ou no interior do mesmo amor, não deixo de "recair" numa doutrina interior que ninguém partilha comigo.
(...)
Hoje, porém, sobre o amor não existe qualquer sistema: e os poucos sistemas que rodeiam o apaixonado contemporâneo não o situam devidamente (a não ser desvalorado): por mais que se oriente para esta ou aquela das linguagens que recebe, ninguém lhe responde a não ser para o desviar daquele que ama.
BARTHES, Fragmentos do Discurso Amoroso
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