Verdade que preferia ali a Carla Bruni em vez do Owen Wilson, mas esta visão do Sena versão Van Gogh e por baixo do nome do filme (que por si só chega para causar o entusiamo), Midnight in Paris, em letras pequeninas, "Written and Directed by Woody Allen" chega para fazer o meu dia! Finalmente, Woody Allen em Paris, e ainda por cima com este poster. It all seems so right.
Friday, 18 March 2011
Louis Malle, porque é que eu não conheço a tua filmografia?
(Decidi finalmente dedicar-me completamente a descobrir a obra este cineasta.
E assim começa a caça a filmes de Malle)
Ascenseur pour l'échafaud
Zazie dans le métro
Crazeologie
Les Amants
Viva Maria!
Le Feu Follet
Vie Privée
Le Vouleur
Le Souffle au coeur
Tuesday, 15 March 2011
O que quero ver
Porque antes da Amélie houve a Zazie!
Com a nova edição da Criterion de Zazie dans le métro e viagens na Ryanair para Paris por 12€ a única solução é mesmo apostar no euro milhões.
Looney Tunes & Old Hollywood
Bons tempos em que os desenhos animados tinham personagens como Humphrey Bogart, James Stewart, Fred Astaire, Cary Grant, Katharine Hepburn, Peter Lorre, Lauren Bacall, Fred Astaire. E não era só isso, também as músicas jazzy como banda sonora. De repente sinto-me como uma velhota a recordar "tempos idos", mon dieu.
Wednesday, 9 March 2011
Tuesday, 8 March 2011
Rear Window

Após alguns problemas técnicos o que tenho a dizer em relação a Rear Window é WOW! Todo o clímax do filme que está nesta cena é de pôr uma pessoa de olho bem aberto e com o coração na boca. O senhor Hitchcock sempre soube como entreter o público com um "nice murder". E a relação entre a personagem de Jimmy Stewart e Grace Kelly com cenas tão subtis e tão carregadas de paixão são verdadeiramente fantásticas, como em qualquer filme hitchcockiano. (A propósito disso está aqui um artigo interessante: Alfred Hitchcock's Sex and Sensibility) Havia tanto mais para discutir sobre este filme (como sempre) como a teoria de François Truffaut que diz que isto é uma alegoria para a relação entre o espectador e o ecrã (que não me parece que seja só dele) ou como Rear Window foi inspirado em casos reais de homens que mataram e desmembraram as amantes/esposas, mas como já é tarde e às vezes nem é preciso dizer nada vou limitar-me a adormecer na esperança que não haja um Jimmy Stewart de gesso na perna a olhar para mim.
"We've become a race of Peeping Toms."
NÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO!
Está uma pessoa a ver a Rear Window gravada na box e o raio da gravação pára exactamente NESTE MOMENTO! (é nestas situações que o YouTube dá jeito)
LANGLOIS
(Dedicatória de François Truffaut à Cinemate de Henri Langlois no filme Baisers Volés)
E a febre pelo cinema continuou.
Langlois, um documentário sobre o fundador da Cinemateca Francesa de Eila Hershon e Roberto Guerra é algo fora do comum.
Quando Langlois aparece não é para falar de filmes, porque segundo ele essa não é a sua função, a sua função é mostrar filmes, todos os filmes, os bons e os maus. Ele aperece sim a passear por Paris, a fazer-nos uma visita guiada pelos sítios que marcaram a sua juventude e a sua infância. Fala-nos como depois de ter acabado os trabalhos e querer ir brincar o pai o obrigava a ir buscar cigarros a uma tabacaria e que por isso mesmo durante 20 anos não fumou. Passa por Pigalle a boulevard dos cinemas onde passavam os filmes nas suas versões originais e onde passava aí os seus dias em jovem. Ouvimos a célebre história de quando um médico disse aos seus pais para o levaram para a montanha para apanhar ar e estes como não tinham dinheiro o levaram durante um mês todos os dias ao topo da Torre Eiffel, na altura em que se estava a gravar o filme Paris qui dort de René Clair. Através de testemunhos de pessoas como Ingrid Bergman, Jeanne Moreau, Jean Renoir e Catherine Deneuve entre outros ouvimos histórias das sessões secretas que Langlois fazia durante o controlo Nazi em França de filmes como o Bronenosets Potyomkin onde chegava mesmo a parar a projecção e dizer às pessoas que elas eram demasiado estúpidas para aquele filme que então se quisessem que lhes mostrava um filme estúpido (já me apeteceu tantas vezes fazer isso). E no meio disto (e tanto mais) são mostrados filmes mudos que marcaram a juventude de Langlois, como The Battle at Elderbush Gulch, Boobs in the Woods e Sous les Toits de Paris, no caso deste último onde se vê a Paris popular que ele tanto adora.
E haviam tanto mais para dizer deste pequeno documentário que nem chega a chamar-se longa-metragem tendo apenas 52 minutos (bem podia ser mais longa, porque havia de facto tanto mais para contar e explorar com este formato pouco convencional de documentário).
"Acreditas que sou Henri Langlois?
Não.
Henri Langlois não existe, só existe a Cinemateca."
P.S: É pena o documentário ser todo falado em inglês, seria preferível ouvir cada um a falar a sua língua mãe.
(Uma pessoa vê estas coisas e só lhe apetece passar os dias em Pigalle a ver filmes e de câmara em punho.)
Saturday, 5 March 2011
Bergman, Truffaut et Godard
Ontem foi sessão dupla de Det sjunde inseglet (O sétimo selo) de Ingmar Bergman e Les Deux de la Vague de Emmanuel Laurent.
O cinema de Bergman nesta minha primeira incursão pela sua obra pareceu-me de proporções gigantes. O impacto de cada cena e o desespero que é ver outras é verdadeiramente de mestre. É um desespero patológico e deprimente mas verdadeiramente arrebatador (nota-se em todo este filme de ambiente biblíco mas especialmente em cenas como a da procissão dos auto-flageladores). Ah e é fantástico para mim notar quão Woody Allen admira Bergman estando durante todo o filme a lembrar-me de filmes como Love and Death e como é curioso que Allen transforma estas questões deprimentes em comédias existenciais.
Passando para algo diferente, Les deux de la Vague. Se bem que não tão diferente porque no documentário é mencionado como Truffaut e Godard admiravam Bergman cuja obra conheceram na célebre Cinemateca Francesa. Apesar de não acrescentar muito ao que já se sabe e poder ser muito mais aprofundado (o filme chega mesmo a ter apenas 90 minutos) logo que a música do Les 400 coups começa eu fiquei convencida. Sou um bocadinho imparcial é verdade, mas rever a Nouvelle Vague como se estivesse agora a acontecer é um prazer para qualquer cinéfilo que tanto deve a estes cineastas.
Monday, 21 February 2011
Des jolies choses pour mon chambre
Vamos lá a decorar o meu quarto com uma caixa de pipocas retro, um afia lápis máquina fotográfica/de filmar e uma ilustração da Berkley.
Sunday, 20 February 2011
Saturday, 19 February 2011
Wednesday, 16 February 2011
L'épine dans le coeur
Pronto, e agora assim começou uma pesquisa "tudo Gondry".
Depois de o ver a resolver um cubo de Rubik com os pés e com o nariz e de investigar os preços dos seus livros deparei-me com este novo filme dele. Não, não é o The Green Hornet. Chama-se L'épine dans le coeur e é um documentário sobre a sua familia, especialmente sobre a tia. Enjoy!
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