Anuncio de Dolce & Gabbana: Rose The One com a madame Scarlett Johansson.
É moda e tem cinema! Tudo tem cinema!
Holly Golightly: You know those days when you get the mean reds?
Numa das minhas pesquisas pelo youtube deperei-me com um video de um filme com Catherine Deneuve que desconhecia, Manon 70.
A verdade é que me chamou a atenção logo desde o início pela muisiquinha e Jean-Claude Brialy a fazer uma barbinha à Pai Natal com o creme de barbear. Com o avançar do vídeo, o diálogo entre a personagem de Deneuve, Manon, e a de Brialy, Jean-Paul, despertou uma certa curiosidade. Já li umas quantas coisas sobre o filme e agora até estou curiosa para o ver.
Uma nova descoberta para mim e (espero) uma nova descoberta para vós.
Como um user comentou, "C'est obscur" mas a verdade é que não deixa de ser intrigante.
E aqui está o vídeo.


Charade (1963)
Mas que perfeição de filme. Verdadeiramente perfeito. Tinha mistério. Tinha reviravoltas. Tinha old fashioned romance. Tinha Audrey Hepburn. Tinha Cary Grant. Tudo foi perfeito, desde aos créditos iniciais até aos personagens. Dos actores aos realizadores. Das personagens aos cenários. Do vestuário a Cary Grant. De Cary Grant a Audrey Hepburn. Foi tão refrescante ver Cary Grant mais "mau" e Audrey Hepburn mais mordaz. Os diálogos tão simples e tão perfeitos. E como não sei bem o que dizer enchi este post de imagens para encherem o espaço em branco que deixo na escrita. Há quanto tempo não via um filme que me espantasse tanto. 5 estrelas!
Podem-se fazer filmes bons, filmes muito bons. Mas como estes já não se fazem!
Depois de ter lido este post no indispensável blog O Homem Que Sabia Demasiado achei bastante interessante esta parte: "François Truffaut, o realizador que um dia perguntou se o cinema não era mais importante do que a vida...". Ler esta frase desconhecida de Truffaut foi sentir aquela inexplicável sensação de sentir que alguém tem tanto amor e paixão como tu por algo. É uma situação de identificação, de paraíso e de sonho de um dia alguém se poder identificar assim comigo, como cinematógrafa.
Les poupées russes (2005), Cédric Klapisch
Parece impossível encontrar filmes do Jacques Demy e portanto hoje fui alugar à biblioteca Les parapluies de Cherbourg. Qual blu-ray, qual dvd, chegou às minhas mãos uma raridade: um VHS! E são mesmo estas coisas que me dão a sensação de voltar atrás e estar agora mesmo a ver o filme em plenos anos 60. Aquele VHS têm história, e à pessoa adorável que doou este adorável filme (falo já de avanço mas pronto) digo um grande obrigada. Já imaginaram onde já andou aquele VHS? Uuh!