Saturday, 24 January 2009

It happened One Night , 1934
Ellie Andrews: You've got a name, haven't you?
Peter Warne: Yeah, I got a name. Peter Warne.
Ellie Andrews: Peter Warne. I don't like it.
Peter Warne: Don't let it bother you. You're giving it back to me in the morning.
Ellie Andrews: Pleased to meet you, Mr. Warne.
Peter Warne: The pleasure is all mine, Mrs. Warne.
Porque, ao fim de contas, onde estaríamos nós sem o passado, sem os clássicos?
Cada vez mais os clássicos, o que deram origem ao que vemos hoje, são esquecidos.
Os filmes que na sua simplicidade e magia eram bonitos começam a ser substituídos por filmes com efeitos especiais exagerados em que qualquer um pode voar. Dantes eles também voavam, mas não eram precisos cabos nem ecrãs verdes, eram as histórias e os cenários, simples e rusticos, que davam a liberdade criativa ao espectador de os fazer voar ou apenas andar.
Mas no entanto, em todo o coração de cada cinéfilo há lá um lugar chamado os clássicos do meu coração. Não precisamos de andar a berrar na rua isso, pois é uma parte de nós. Pelo menos é uma parte de mim, e grande.
Vencedor dos Óscares de Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Actor, Melhor Actriz e Melhor Argumento de 1934.
Peter's Friends, 1992

"There are some friends you will have for the rest of your life. You're welded together by love, trust, respect, or loss. Or in our case, simple embarrassment."

Helmut Newton

(31 de Outubro de 1920- 23 de Janeiro de 2004)

Esteve neste planeta durante 84 anos e deixou-nos há 4 anos atrás e no entanto só recentemente descobri as suas lindas obras de arte.

Calendário Lavazza 1993



















A girl in Paris (let's hope one day that's me)

Friday, 23 January 2009

The Curious Case of Benjamin Button & Oscars

Nascermos velhos e morrermos novos. Nesta vida sem significado que nós, meros mortais, vivemos é algo que dá a pensar.

Um filme muito interessante, com uma história bonita pela sua invulgaridade, excelentes interpretações (especialmente por parte de Brad Pitt), vestuário e efeitos especiais requintadíssimos. Mas no entanto há algo que falta (na minha opinião). Ou algo a mais.

Por vezes com demasiadas voltas e reviravoltas e romances, mas no entanto começam a ganhar algum ritmo. E quando esse ritmo começa a colar o espectador à cadeira ancioso por saber o próximo passo de Benjamin Button somos interrompidos pela narração da personagem de Cate Blanchette envelhecida. Acho que era escusada "tornarem a história numa história." Algo de já tão interessante por si mesmo não necessitava deste, por vezes, incomodativo "penduricalho".

Talvez devido a isso, ou talvez por algo que faltasse, o filme não alcançou o estatuto de obra de arte que podia ter alcançado (pelo menos na minha cabeça).
No entanto, com uma história tão encantadora e que nos faz pensar na vida e na morte é o mais forte candidato a levar a estatueta de Melhor Filme para casa.
E um Amen à nomeação de Brad Pitt e (por favor) futuro triunfo.
[Mais tarde farei uma crítica como deve ser sobre este maravilhoso filme]

















Quem sabe, talvez o volte a ir ver para descobrir o que falta.
Mesmo a tempo das nomeações dos Óscares ponho-me (mais uma vez) a reflectir como eles eram dantes.



Mais tarde divagarei sobre isto, e muito mais. Cinema, fotografia, livros e cinema.

A adquirir: http://www.bertrand.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=102170

um começo

Começámos em Casablanca e já chegámos a Lisboa